Entrevista ao Miguel Barata, representante do Ericeira Surf Clube

open, 18 de Setembro de 2011

Miguel Barata é Presidente da Assembleia Geral e sócio fundador do Ericeira Surf Clube.
Foi o primeiro Bodyboarder da Ericeira com as primeiras experiências dentro de água em 1978 e desde 1982 com “prancha própria” (palavras do próprio).

Qual é a importância para a Ericeira ter o circuito nacional de novo aqui depois de 20 anos?

A importância é devolver à Ericeira uma das etapas mais importantes deste Desporto. É urgente que se volte a dinamizar o BB cá na Ericeira quando cada vez mais a aposta é no Surf. Agora que foi criada a Ericeira World Surfing Reserve podemos também aproveitar este impacto. De nada serve termos uma WSR sem uma boa aposta no BB e que o torne cada vez mais forte. É urgente também que as empresas voltem a apostar em nós sendo que cada vez mais existe uma forte aposta na divulgação do BB através dos meios de comunicação social e redes sociais. Estamos também a apostar que as entidades oficiais se sintam “obrigados” a também eles contribuírem.
Sendo esta uma nova aposta da APB, o Ericeira Surf Clube, dentro das suas limitações, está também apostado em repetir por muitos mais anos este evento. Estamos a sensibilizar por exemplo a C.M. de Mafra e algumas empresas associadas a esta modalidade em apostarem forte porque temos vários campeões europeus Top Mundiais a competirem neste circuito, e sobretudo, temos atletas deste concelho que foram campeões nacionais nos escalões de esperanças e é necessário dar continuidade para que não se percam e dispersem os talentos que vão surgindo ao longo dos anos.
Sendo também reconhecida por todos, a Ericeira possuí características únicas para a prática do BB. Pedra Branca e o Reef, ondas referenciadas como de eleição mundial, são propicias para a prática e competição do BB e por todos procuradas ao longo do ano. Temos de aproveitar!!!


Ps. Para verem a paixão que o Miguel nutre pelo nosso desporto topem só o bolo que ontem ele teve no seu jantar de aniversário que é basicamente uma “réplica” da prancha do próprio.

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